O Governo Federal, por meio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgou uma nova atualização da chamada “lista suja” do trabalho escravo, com nomes de empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão em todo o país.
A nova versão, divulgada nesta terça-feira (7), inclui 159 integrantes, sendo 101 pessoas físicas e 58 jurídicas, o que representa um aumento de 20% em relação à atualização anterior.
Na Bahia, 12 empregadores foram identificados e incluídos na lista por manter trabalhadores em condições sub-humanas. Os casos foram registrados nas cidades de Jacobina, Correntina, Ibititá, Santa Inês, Salvador, Maiquinique, Senhor do Bonfim, Itaberaba, Bom Jesus da Lapa, Riachão do Jacuípe, São Félix do Coribe e Barreiras.
Somados, esses empregadores baianos foram responsáveis por manter 67 pessoas nessas condições degradantes.
A “lista suja” é uma ferramenta de transparência e controle social, criada para combater o trabalho escravo no Brasil. Os nomes incluídos permanecem na relação por dois anos e só podem ser retirados após comprovação de que as irregularidades foram totalmente sanadas.











