Salvador, 13 de novembro de 2025 – Reconhecida mundialmente por sua cultura, seu carnaval e trios elétricos, Salvador também se destaca por sua hospitalidade. Essa vocação para receber, vivida dentro das casas, ajuda a cidade a receber mais gente não só durante a alta temporada e faz o gasto circular em diversos setores. De acordo com um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), encomendado pelo Airbnb, a atividade via plataforma movimento de R$ 1,9 bilhão na cidade em 20241.
O levantamento mostra que, quando uma acomodação é reservada, a economia do entorno também se beneficia. No recorte nacional, o estudo mostra que cada R$ 10 pagos em uma acomodação via Airbnb puxam outros R$ 52 gastos em alimentação, transporte, comércio e lazer.
A FGV também traz dados sobre o efeito multiplicador do Airbnb na cadeia econômica, onde a atividade impacta diversos setores. Em 2024, isso ajudou a gerar R$ 530,5 milhões em renda para Salvador, gerando R$ 158,5 milhões em tributos diretos. O movimento também impactou a criação de postos de trabalho na cidade, onde o aluguel por temporada apoiou 11,6 mil empregos.
“Os números da FGV mostram uma realidade que já vínhamos percebendo nas cidades: quando uma reserva acontece, a economia do entorno também se move. É renda para famílias, vitalidade para destinos que querem receber mais e melhor e benefício para a economia local”, disse Fiamma Zarife, Diretora Geral do Airbnb para a América do Sul.
Na capital baiana, o efeito aparece na vida real: a reserva que começa num apartamento da Barra se desdobra em moqueca no restaurante do bairro, turismo no Pelourinho, shows de artistas locais, entre outros. De acordo com a FGV, em 2024 essa engrenagem adicionou R$ 1,05 bilhão ao PIB municipal e irrigou a economia local.
Segundo a FGV, o impacto do Airbnb no Nordeste vai ainda além de Salvador. Em 2024, a atividade movimentou R$ 16,9 bilhões na região, com ganhos distribuídos entre capitais e outros destinos, do litoral ao interior.
Brasil inteiro na rota: desenvolvimento que se espalha
Em 2024, o Airbnb impulsionou o movimento de R$ 99,8 bilhões na economia brasileira, sustentando 627,6 mil empregos e gerando R$ 8 bilhões em tributos diretos. Além disso, a atividade via plataforma contribuiu com R$ 55,8 bilhões para o PIB do Brasil.
O efeito não fica restrito aos grandes centros: o impacto se distribui por todas as regiões, fortalecendo cadeias locais de serviços e comércio e ampliando a competitividade dos destinos turísticos do país.
Da reserva ao bairro: como o dinheiro circula
Os resultados do estudo da FGV foram calculados pela metodologia de insumo-produto, partindo dos gastos efetivos de hóspedes e anfitriões e estimando como esse dinheiro circula entre os demais setores da economia.
“A metodologia que usamos nos permite entender como o gasto inicial se distribui pela economia. Partimos das despesas efetivas s de hóspedes e anfitriões e estimamos como eles se propagam na cadeia, somando impactos diretos e indiretos em nível nacional e regional”, explica Luiz Gustavo Barbosa, Gerente Executivo da Fundação Getulio Vargas.
Com esse rastreamento, a FGV estima que, em 2024, a atividade via Airbnb gerou R$ 28,3 bilhões em renda para profissionais e negócios no Brasil. O impacto se concentrou em serviços (57,9%) e comércio (24,8%). Na prática, o gasto que começa na reserva de uma acomodação via Airbnb chega ao restaurante do bairro, ao transporte local e ao lazer, uma engrenagem capilar que acompanha o fluxo de hóspedes e faz o dinheiro circular.
1Todos os dados neste comunicado de imprensa, se não explícito de forma diferente, são com base em análise de insumo-produto da Fundação Getulio Vargas a partir de dados internos do Airbnb e referentes ao ano de 2024.
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Sobre o estudo
“Airbnb: Impactos e Benefícios Econômicos no Brasil” foi elaborado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com a metodologia de insumo-produto, que mede como um gasto em um setor puxa outros setores da economia. Na prática, a FGV soma impactos diretos (gastos efetivos de hóspedes e de anfitriões) e impactos indiretos, que são as compras geradas na cadeia produtiva por causa desses gastos, usando matrizes específicas por estado e por cidade para refletir as particularidades locais. Para analisar rendimentos, a FGV combinou dados do Airbnb e da PNAD Contínua/IBGE, fez a conversão de moeda e manteve as séries em valores nominais em reais (sem correção por inflação).
Sobre a Fundação Getulio Vargas
Criada em 1944, a FGV é uma entidade sem fins lucrativos que apresenta uma extensa folha de serviços prestados à comunidade técnico-científica-empresarial e à sociedade como um todo. A tradição, aliada à eficácia e à eficiência de sua atuação, constitui a marca registrada desta Instituição.
No campo dos projetos, a FGV se diferencia por agregar aos seus trabalhos o seu maior patrimônio: a credibilidade, estabelecida ao longo do tempo pela segurança e competência em tudo o que faz. As rápidas e eficientes formulações de grupos multidisciplinares de altíssima qualificação técnica permitem a prestação de serviços em suas diversas áreas de conhecimento.
A rica vivência prática, nos setores público e privado, de seus especialistas detentores de sólida formação acadêmica e os valores fundamentais que caracterizam e distinguem a instituição garantem resultados que só uma organização como a Fundação Getulio Vargas pode atingir.
Sobre o Airbnb
O Airbnb nasceu em 2007, quando dois anfitriões receberam três hóspedes em sua casa em São Francisco. Hoje, a plataforma conta com mais de 5 milhões de anfitriões que já receberam mais de 2 bilhões de hóspedes em quase todos os países do mundo. Todos os dias, os anfitriões oferecem acomodações e experiências únicas que possibilitam que os viajantes conheçam outras comunidades de uma forma mais autêntica.
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