Policial militar e companheira são encontrados mortos em apartamento em Feira de Santana; suspeita é de feminicídio seguido de suicídio

noite de terça-feira (9), o casal formado pela cabeleireira Gessica do Nascimento Reis, 30 anos, e pelo policial militar Alden Teixeira Santos, 40 anos, foi encontrado morto dentro do apartamento onde moravam, localizado em um condomínio no bairro Santa Mônica, em Feira de Santana (BA), a cerca de 100 km de Salvador. 

O que se sabe até agora

De acordo com as primeiras informações da investigação, a principal linha de apuração é a de feminicídio seguido de suicídio. Os corpos foram localizados lado a lado, ambos com perfurações de arma de fogo. Uma pistola foi apreendida próximo aos corpos. 
Familiares contaram que não tinham notícias de Gessica desde domingo (7), quando ela deixou de responder mensagens. Preocupados, foram até o apartamento do casal e encontraram a porta arrombada. O carro de Gessica estava estacionado na garagem, e a motocicleta do policial também. 

Segundo informações da corporação, Alden estava afastado do serviço há cerca de um ano e três meses por “incapacidade temporária”. O relacionamento entre o casal durava cerca de seis meses. 

Investigações e repercussão

A ocorrência foi registrada pela 65ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), e a área foi isolada para o trabalho da Polícia Civil da Bahia e do Departamento de Polícia Técnica (DPT), que recolheu os corpos para necropsia. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios de Feira de Santana (DH). 

O duplo homicídio-suicídio reacende o debate sobre violência doméstica na Bahia, especialmente em casos que envolvem agentes das forças de segurança. A comunidade local e familiares da vítima aguardam respostas e clamam por justiça — e por medidas que combatam o que pode ter sido mais um feminicídio.

Contextualização

Crimes contra mulheres, especialmente dentro de relações íntimas, já vêm sendo registrados com frequência no estado. A apuração e a divulgação de casos como este devem obedecer aos princípios do jornalismo informativo: clareza, veracidade e respeito às vítimas e seus familiares. 

Enquanto isso, as autoridades mantêm o imóvel preservado para averiguação, buscam ouvir testemunhas e apurar todas as circunstâncias que levaram à tragédia. A sociedade espera que esse caso não se torne apenas mais um número nas estatísticas.

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